sábado, 30 de junho de 2012

Percebes que estás a ficar em PÂNICO com o exame de 2ª feira quando estás com os apontamentos na mão, queres ir tomar banho e pensas "dava-me tanto jeito que estes apontamentos estivessem plastificados..."

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Cérebro contente

O resto está em depressão

Do jogo de hoje

O meu primeiro exame é na 2ª feira.
"E o que é que isso tem a ver com o jogo de hoje?" - Perguntam vocês.
Eu respondo.
Se ganharmos vamos à final. Que é no domingo. Ou seja, o mais provável é que na véspera do meu exame eu vá passar pelo menos uma hora e meia à frente da televisão. Ou a tentar estudar com um monte de pessoas lá em baixo aos gritos em frente à televisão.
Não me interpretem mal, quero que Portugal ganhe, quero mesmo. Vou ver o jogo não tarda e torcer por nós como gente grande, de bandeira em punho.
Mas se por acaso hoje perdermos, o meu cérebro vai fazer uma festa de deitar a casa abaixo.
Portanto, seja o que for, aqui festeja-se.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

É inevitável

Sempre que pego na matéria da aula de piolhos, sarna e fungos começo logo a coçar-me!

Plano de estudo feito. É oficial, os exames estão à porta!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Pneumologia

Com apenas 25% de probabilidade foi o Serviço de Pneumologia o feliz contemplado a ter o privilégio de me ter lá a fazer oral. Os outros bem que também deviam querer, mas tiveram azar..:p.

Não sei se estou contente com o resultado ou não. No início do ano esta teria sem dúvida sido a minha primeira escolha, mas à medida que o ano foi avançando fui ficando com dúvidas e agora só vos posso dizer que estou contente por ter calhado no dia em que queria e por ter a companhia da IL nas longas horas que vão ser para escrever a história clínica do doente à mão.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Sorteio

É amanhã. Amanhã vou ficar a saber (finalmente) onde é que vai ser a minha oral mais temida deste semestre (deste ano?): em Medicina Interna, em Pneumologia ou em Cardiologia...
Passei o semestre todo a achar que quando este dia chegasse ia ter a certeza absoluta de qual queria que me calhasse e que ia acabar por calhar noutra qualquer. Por isso, talvez como mecanismo de defesa, neste momento não vos sei dizer em qual prefiro calhar.
Verdade verdadinha, apetecia-me era nem ter oral e voltar ao princípio do semestre para ter tempo de estudar as coisas como deve de ser. Mas, também verdade, é que a oral está aí a chegar, e em todas as hipóteses vejo vantagens e desvantagens.
Portanto agora é contar os segundos até ao sorteio e amanhã logo vos digo o que me espera.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Linguagem de médico

Acabei agora mesmo de fazer a História Clínica que vou levar na 6ª feira para a primeira avaliação do semestre.
No final passei o corrector ortográfico e havia mais de 50 palavras assinaladas como erradas. Mas todas elas estavam correctas.
E foi então que me apercebi de que efectivamente falamos um dialecto.

domingo, 10 de junho de 2012

Ao pessoal "amigo do facebook" que não pára de criar álbuns de fotografias intitulados "summer 2012", "verão 2012", "veraooooooooo" etc etc etc...

Get a life. Ainda estamos no princípio do Junho.
E eu tenho exames até ao fim de Julho.
Por isso escusam de me vir esfregar na cara as vossas barrigas bronzeadas.
Estão todos mais gordos/as do que no ano passado.

uffaaa

A minha avó C. é uma pessoa bastante perigosa em termos de convívio social. Diz o que lhe vem à cabeça. Se acha que uma pessoa é feia diz-lhe. E não é mulher para suavizar as coisas, nada disso! Se a pessoa é feia ela diz-lhe logo com o seu sotaque espanhol: "Eeeeehhhh pá, que feio que tu és!".
O mesmo se aplica a pessoas gordas, magras, de cabelo liso, comprido, curto, carecas, com mãos grandes... enfim, durante vários anos eu assisti a vários episódios nos quais pensei que se eu fosse a pessoa em questão queria um buraco gigante onde me enfiar (ou onde enfiar a minha avó).
Por este motivo prometi a mim mesma que não iria casar até a minha avó morrer. Não desejo mal nenhum à senhora, muito pelo contrário, mas vi o que a minha prima passou quando lá levou o actual marido das primeiras vezes e, tenho a dizer-vos, que desde comentários sobre as mãos que parecem presuntos (nunca reparei) até comentários de carácter sexual (ou assexual), a minha avó fez de tudo. E eu não tinha muita vontade de passar por isso nem de fazer com que alguém se sujeitasse a isso.
Acontece que hoje ela fez 81 anos. 81 anos praticamente sem tomar um medicamento, fresca que nem uma alface e a comentar que os vizinhos estão todos velhos mas que ela está óptima (a vista é que já vai faltando...). 81 anos em que todos os dias anda de saltos altos. E dado que nos últimos anos ela tem andado mais calma (no Natal só disse ao meu irmão que ficava horrível de barba. Só isso. Nada de muito extraordinário. Nada de "pareces um anormal/um bicho/um urso", só "horrível"), achei que devia tentar a minha sorte.
Já há uns tempos que a minha avó me tinha dito que levasse lá o Namorado, que o queria conhecer e eu sempre a fugir ao assunto... "hoje ele não podia... foi muito em cima da hora... não calhou..." mas hoje achei que tinha de ser e que estava a adiar o inevitável.
E não é que quando me estava a vir embora ela me disse ao ouvido:
"Gostei muito que tivesses trazido cá o Namorado. É muito bom rapaz. Olha que homens destes já não se arranjam por aí assim! Vê lá se tratas bem dele hein?"
E pronto, eu disse-lhe que sim.
O segredo para isto ter corrido tão bem? Simples: tal como o meu avô ele disse "homem que é homem não se depila". Pronto, a minha avó ficou derretida. Homem perfeito!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Do estudo

Estou no meu quarto com um artigo de 70 páginas à minha frente. As páginas não se viram sozinhas e eu também não as ajudo.
Estou há uns bons 10 minutos só a ouvir os miúdos da casa ao lado no jardim a jogar futebol. Tenho mesmo saudades do tempo em que chegava a casa depois da escola, lanchava, fazia uma cópia, o abecedário com maiúsculas e minúsculas, eventualmente algumas tabuadas e ia eu para o jardim jogar futebol com o meu irmão e com os meus vizinhos do lado. Fazíamos da entrada da casa um autêntico campo de futebol. O portão era uma baliza e as portadas da casa a outra. Havia correrias, joelhos esfolados, vidros partidos... E quando a bola saia para a rua e tínhamos de a ir buscar à estrada? Ia sempre o R. Era o rapaz mais velho e o que se deveria orientar melhor com os carros para não ser atropelado. Nunca foi. E de cada vez que voltava com a bola na mão quase fazíamos uma festa. Agora que penso nisso aquilo não era assim tão perigoso quanto isso. Vivíamos numa zona residencial, ali praticamente só passavam os moradores e regra geral não se andava a grandes velocidades.
Tenho saudades desse tempo em que as minhas maiores preocupações eram saber se o R. voltava do outro lado da estrada são e salvo e se conseguíamos que o meu pai não reparasse no vidro partido do candeeiro (demorou anos a notar).

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Menos de um mês

É o tempo que falta para começar os exames... outra vez... orais, orais, orais, exames escritos...
Só de pensar nisso até tremo...