domingo, 23 de janeiro de 2011

Maturidade

Os meus pais nunca me deram playstations. Sempre quis, delirava com os meus amigos que tinham e que podiam discutir todos os jogos entre eles, mas nunca consegui convencer os meus pais a darem-me uma.
Lá para os meus 10 anos consegui um gameboy pocket. Anos mais tarde o color. E já bem mais tarde o advance. E as regras sempre foram bem claras. Máximo de 15 minutos por dia.
Claro que esses 15 minutos eram contornáveis, que aproveitava o tomar o pequeno-almoço sozinha para jogar mais uns minutos. Depois quando chegava da escola também jogava às escondidas. E às vezes, à noitinha, debaixo dos lençois com uma lanterna ligada ainda passava um ou outro nível. Mas ainda assim nunca jogava muito tempo. No máximo uma hora por dia (para verem a extensão da minha rebeldia).
Entretanto mudei de casa e já não via os meus gameboys há uns bons anos. Até ontem. Em que o meu irmão entrou no meu quarto e disse que aquilo estava no quarto dele.
E tenho a dizer-vos que claramente ainda não tenho maturidade suficiente para ter consolas, que felizmente tenho resistido à tentação de comprar uma consola cá para casa, porque assim que pego no meu gameboy color ou no advance (o pocket continua desaparecido) tenho 10 anos outra vez. E jogo às escondidas, sem som para ninguém me chatear! (30 minutos entre ontem à noite e hoje... é só mais uma coisa com que perder tempo em época de exames. Parece que nunca há coisas suficientes...)

3 comentários:

' disse...

Como te compreendo. O piano da Zita? Quase uma hora entre ontem e hoje :\

(E consegui não melhorar nada :|)

Rufino Fino Filho disse...

A mim, já me foi dificil ter um triciclo quando os meus amigos andavam num carro com bateria!

Ora leia e veja se não será verdade

http://batemtodos.blogspot.com/2011/01/c-c-e-as-paneleireices.html

Jo disse...

' isto não está fácil:p

Rufino, é sempre bom encontrar alguém que ainda dedica menos tempo ao blog do que eu:p Volte sempre