quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

:)

Assim vai custar muito menos estudar o que falta:)


Pelo menos, assim se espera...

sábado, 26 de janeiro de 2013

Magra que nem um cão

Épocas de exames - A deixarem-me magra que nem um cão desde 2008


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Como é que já fiz tantos exames

E mesmo assim ainda faltam tantos?

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Farta

Estou farta desta época de exames.
Farta de exames na realidade. Este é o problema de estar num curso com 6 anos. A maioria dos meus colegas do secundário já fizeram os cursos, acabaram ou estão a acabar os mestrados, trabalham, muitos já saíram de casa dos pais, têm a sua independência...
E eu aqui. Igual ao que estava há 4 anos e tal atrás, sentada na mesa da sala com apontamentos de otorrinolaringologia à frente que vieram substituir os de anatomia, fisiologia, bioquímica, microbiologia, genética, introdução à clínica, psiquiatria, oftalmologia ou cirurgia geral que em anos passados me fizeram companhia. Na minha 9ª época de exames. A penúltima, assim se espera.
Estou farta. Farta de andar sempre com a corda no pescoço. Farta de saber que não posso falhar. Porque se por acaso falhar este é novamente ano barreira e portanto não há passagens para o 6º ano com cadeiras por fazer.
Farta de recusar convites. Farta de deixar amigos e família em segundo plano. Farta de responder "hoje não dá, estou em época de exames". Farta de faltar a jogos de futebol, jantares de aniversário, jantares só porque sim, cinemas e teatros. Farta disso tudo.
Nesta época de exames tenho garantidamente 9 exames. Depois consoante as notas que tenha posso ter de fazer oral a 4 deles. Portanto com muito azar posso ter 13 exames para fazer este semestre. Coisa pouca como podem ver. E não, não tenho cadeiras em atraso, é mesmo tudo deste semestre. Um já está. Sexta será o próximo.
Estou farta. Ainda estamos no início de Janeiro e eu já só quero que chegue o fim de Julho com a certeza de que em Setembro inicio um ano só de estágio clínico.


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Quem é?

Ha umas 2 semanas a minha mãe chegou ao pé do K por detrás, tapou-lhe os olhos e perguntou:

Mãe - quem é?
K - sou eu
Mãe - nao, quem é?
K - é o K!!!
Mãe - nao! Quem é que está a tapar os teus olhos?
K - ah, é a tia!

No Natal repetiu:
Mãe - quem é?
K hesitou uns segundos, pensou e respondeu - sou eu e a tia!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Orgulho

O meu primo mais velho, o A., nunca foi rapaz de muitos estudos. Lá fez o secundário a muito custo, ainda andou a passear por um curso de fisioterapia que nunca concluiu e ficou-se por aí.
Como o pai dele tem uma lojinha em Lisboa era lá que ele passava os dias dele, sem ambições de nada mais.
Até ao dia em que entrou uma rapariga chinesa pela loja convencida de que era por ali que se entrava para a pensão de cima e exigiu que ele lhe levasse as malas para cima. Ele mandou-a passear. E o resto é história. Semanas depois ela voltou para Paris, onde estava a estudar e o A. fez as malas e foi para Paris à aventura.
Tudo correu bem, até que a J. acabou o curso que estava a fazer em Paris e teve de regressar à China. Ela é filha única e por questões culturais nao pode abandonar os pais. Então o A. juntou dinheiro, conseguiu ir trabalhar para uma loja da Prada em Paris, e foi visitá-la à China.
Quando lá chegou tinha os pais da rapariga com páginas e páginas escritas com caracteres chineses com perguntas para lhe fazerem. Ele diz que foram horas de "entrevista" em que lhe perguntaram tudo, desde quanto ganhava (claro) até qual era o clube de futebol dele.
No final o pai disse-lhe assim a seco que a J. tinha muitos outros pretendentes e que todos eles ganhavam mais do que ele. E ele deu a resposta óbvia: que nenhum deles a conheceria tão bem e que o dinheiro não é tudo.
O A. voltou para Paris, estudou mais mandarim e agora está a preparar-se para fazer as malas outra vez e ir tentar a sorte dele na China. E se ele arranjar um bom emprego lá (porque casando com a J.  ele tem de a sustentar não só a ela mas também aos pais dela) casa já no próximo ano.
E eu sinto um orgulho enorme, não so por ele estar a conseguir endireitar a vida dele e ter objectivos mas também por ver que ele acredita mesmo no amor.
Ele tem 31 anos e é a primeira vez na minha vida que o acho efectivamente crescido.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Ironias

Esta semana consegui ver no mesmo dia na urgência de ortopedia duas senhoras com uma fractura do colo do fémur.
Ambas porque caíram.
Ambas a tomar um medicamento chamado "kainever"...