sexta-feira, 11 de março de 2011

Contra-senso



O ginásio, as aulas com montes de pulos e gritos e as horas a pedalar feita maluca na bicicleta não me deixam qualquer marca no dia seguinte. Acordo como nova, não me dói nada!
Já o mesmo não se pode dizer de arrumar os armários do meu quarto (cof caos cof cof). Ontem foi até às duas da manhã e hoje vai continuar. Quando acordei parecia que me tinha passado um camião por cima, estou toda partida...

quarta-feira, 9 de março de 2011

Depois de (finalmente) ter visto o cisne negro

Concluo que, às vezes, devia ser um bocadinho mais cisne negro.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Médica da família


Não me importo de ser a "médica" da minha família para coisinhas pequeninas. As amigdalites dos miúdos, as constipações, as dores de barriga, tudo bem, dá-se um jeito.
Importo-me sim quando a minha avó me arranja cópias de todos os exames médicos dela dos últimos anos e no fim me pergunta se eu acho que ela deve ou não fazer uma intervenção arriscada num coração que segundo o cardiologista passou de bater para abanar e que ultimamente até abanar abana mal.
Não sei, não tenho formação para isso nem capacidade de distanciamento que me permitam avaliar a situação como deve de ser. Já vi, revi e sublinhei os exames, mas não tenho experiência para saber o que é ou não melhor fazer.
O cirurgião cardio-torácico disse à minha avó que eu podia assistir a todas intervenções que fossem feitas e isso não me faz confusão. Afinal, estou apenas como espectadora, não decido nada, o que acontecer acontece quer eu lá esteja quer não esteja, por isso se a minha avó me quiser lá dentro lá estarei.
Pôr decisões assim nas minhas mãos já não é tão simpático.
E por enquanto, para mim, se o cirurgião e o cardiologista são a favor, eu não me meto à frente.

terça-feira, 1 de março de 2011

Das línguas

Sempre tive jeito para línguas. Falo inglês sem quaisquer problemas, é bastante fluente. Aprendi espanhol num instantinho para poder candidatar-me às Universidades espanholas e dado que fui aceite na melhor assumo que também me safava bastante bem. O francês nunca foi a minha língua de eleição, mas fazia-se bem... no 7º, 8º e 9º.
Agora, neste semestre escolhi francês como optativa e tenho a dizer que claramente não nos entendemos muito bem. O prof bem que tenta falar connosco, mas tenho alguma dificuldade em perceber tudo o que ele diz. Tiro o sentido geral da frase e já é bem bom dentro do panorama geral da turma.

Quando fiz o Natal Diferente este ano pensei que era importante aprender mais línguas. Apanhei muitos miúdos internados que só falavam crioulo (!!!) e na altura até pensei que se calhar não era má ideia apostar no crioulo, francês e na linguagem gestual.
Depois de dois dias de francês digo-vos: já é uma sorte não cortar relações com o inglês e com o espanhol. Línguas novas tão cedo não aprendo!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

:s

Não vou dizer que me custa como se fosse a mim, porque aí estaria a mentir, mas custa-me bastante ver pessoas de quem gosto ficarem com cadeiras para Setembro e arriscarem-se a ficarem um ano penduradas por uma cadeira com um 9,8 na pauta. Sim, porque este ano somos especiais, ninguém passa com 9,5.

Quanto a mim, as melhorias cumpriram o seu objectivo;)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Aqui por casa

Eis como as coisas funcionam por aqui.
Numa semana digo que vou sair com um amigo, que vamos jantar fora só os dois.
Na semana seguinte o que é que a minha mãe faz? Oferece-me um livro intitulado "Com Quem Não Casar", escrito por um tal senhor Padre Pat Connor.


Quem quiser vir cá a casa explicar que eu não tenho qualquer interesse em casar com quem quer que seja nos próximos anos voluntarie-se. Eu desisto...

P.S.: Já estive a folhear o livro e parece-me que vou ter material para pôr aqui no blog nos próximos tempos. É escrita de qualidade. Melhor só mesmo a revista Maria.

Sexo sem compromisso

Não meus queridos, este post não tem nada a ver com o jantar de ontem, tirem lá essas ideias menos bonitas da cabeça. Por todos os motivos e mais alguns sendo que o principal é que o jantar de ontem não existiu, foi adiado.
Assim sendo, aproveitei para ir ao cinema ver este filme que andou a gritar por mim durante toda a época de exames.
Confesso que no princípio pensei que ia ser uma desilusão daquelas mesmo gigantes. Uma ou outra piada mais ordinária e nada mais. Mas à medida que o filme foi avançando fiquei agradavelmente surpreendida!
A história não é nada de transcendente, é muito previsível, mas acabei por me rir como há muito tempo não me ria num cinema. Recomendo!



(E depois há o Ashton Kutcher... que... enfim... ai ai...)