Mas a verdade é que mais valia ter tirado estes últimos 4 dias de férias, que bem merecia e que me faziam bem, porque aquilo que estudei claramente não teve nada a ver com o que saiu. Deve ser problema meu que gosto de estudar a matéria que os professores dão nas aulas. É que pelos vistos a que eles perguntam é outra.
E depois é esta mania de fazerem exames que não lembram a ninguém, porque:
- Se fazer exame de uma cadeira já é mau, exame de 4 cadeiras num só é bastante pior. Ora experiementem lá imaginar um exame de neuroanatomia+neurofarmacologia+neurofisiologia+psicologia. Já estão com medo?
- Um exame com 100 perguntas é mais que muito. Porque isso implica que temos de ler 500 respostas diferentes (escolha multipla, 5 hipoteses por pergunta).
- Tudo isto seria suportável se as perguntas estivessem bem escritas. Mas não... aquele português não é claramente o mesmo que o meu (nosso) e os professores ainda não se aperceberam que isto de escrever frases com 5 linhas não é para quem quer, é para quem pode.
- E fazer perguntas com duas hipoteses certas não é maravilhoso? Para nos fazer ficar mais tempo ainda com cara de estúpidos a olhar para as hipóteses?
- Ah e tal psicologia é fácil. TRETAS! Foi a parte mais difícil. As 5 linhas de enunciado multiplicavam-se de cada vez que tinhamos uma pergunta de psicologia.
E não estou aqui a tentar arranjar desculpas para a nega gigante (bem pequenina na verdade) que vou ter. Estou só chateada.
E preocupada, porque a 2ª fase vai ser igualmente mal feita.


