quinta-feira, 13 de maio de 2010

Time to think


"Foi a maior maluquice que alguma vez fizemos".
Mas às vezes as maiores maluquices também são as melhores.
E agora?

sábado, 8 de maio de 2010

Da orofaringe à rinofaringe

Se eu tivesse a garantia de que a IL deitava a meia e leite pelo nariz de cada vez que eu fosse fazer trabalhos para a faculdade passava a marcar trabalhos de grupo para todos os fins-de-semana:p

A pessoa que inventou os trabalhos de grupo devia sofrer castigos corporais

Parece que não são suficientes as 8-10 horas por dia que passo na faculdade durante os dias úteis. Amanhã vou estrear-me nas idas para a faculdade ao fim-de-semana! É que eu podia ficar a dormir de manhã, ou talvez ir dar um passeio, ir tomar o pequeno-almoço fora ou simplesmente ficar a arrastar-me por casa enquanto adiava o mais possível o momento de me sentar a estudar neuroanatomia, mas não... amanhã às 10 da manhã lá estarei na minha segunda casa (ou primeira, se formos a classificá-las de acordo com o tempo que passo em cada uma delas).
Já vos disse que ADORO trabalhos de grupo?

sábado, 1 de maio de 2010

Óscares

Hoje foi noite dos Óscares do Workshop de teatro. Correu tudo lindamente, muito obrigada à organização, foi uma noite muitíssimo bem-disposta e ainda ganhei dois Óscares (melhor monólogo e melhor incidente em palco).
Já estou cansada que já é tarde, mas só queria agradecer a todos os que fizeram desta noite o espectáculo que foi.

Neuro...

No princípio deste semestre pensei várias vezes que este ia ser o pior semestre de sempre, por todos os motivos e mais alguns, mas principalmente porque era o semestre das neurociências. Neuroanatomia, neurofarmacologia, neurofisiologia, e outras do género que só de ouvir o nome me faziam tremer. Mas hoje tudo mudou!
Quando a aula de neuroanatomia começou pensei que ia ser a pior aula de sempre. O tema era imagiologia, ou seja, ia passar a aula toda a olhar para TACs e Ressonâncias Magnéticas e Ecografias cerebrais sem fazer a mínima ideia do que estava a ver. Mas estava enganada. Então não é que consegui ver imensas coisas nas imagens? E na esmagadora maioria das vezes até via o mesmo que o professor (o que é conveniente)!
No fim da aula estivemos a fazer diagnóstico, ou seja, o professor mostrava uma imagem e nós tinhamos de dizer o que é que o paciente tinha de errado. A dada altura mostrou uma que nós não estavamos mesmo a perceber. Uma mancha cinzenta gigante num dos lados do cérebro e nós sem fazermos ideia do que era. Até que a dada altura o P.A. disse que devia ser um artefacto*. E a resposta do prof fez o meu dia: "Um artefacto de um homem que foi com a cabeça contra uma serra eléctrica". Era uma imagem de uma cabeça cortada de cima para baixo (estavamos tão preocupados com a mancha que nem reparámos que o osso estava fracturado!). E o melhor é que o meu professor salvou o senhor! Operou-o e ele sobreviveu!
Tenho ou não tenho imensa sorte? E este semestre vai ou não vai ser um espectáculo?:D

*Um erro na imagem.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Como é que não havemos de acabar o curso doidos???

O problema não é o número de anos de curso, a dificuldade das matérias, a competitividade, os prazos apertados, as dificuldades de gestão emocional, a carga horária, não, nada disso. É mesmo ter professores que dizem coisas como:

"De tal maneira que, por exemplo, por brincadeira, há um suicídio que nós podemos todos praticar, eu vou suicidar-me parando de respirar. Tentem-no fazer! Não vão conseguir, mas tentem, tentem, vai ser giro. Não quero respirar, eu vou-me matar, eu vou-me matar, eu vou-me matar! Ela não me liga, eu vou-me matar. Tentem; é giro!"

A sério... nós bem que tentamos preservar a nossa sanidade mental, mas ao fim de 6 anos disto as coisas dificultam-se mesmo...:p

sábado, 24 de abril de 2010

Water



Só não percebo é porque é que se assim é, é tão difícil amar outra pessoa qualquer...